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Melo (D. Cristóvão de).
n. [ c.
1650 ]
f. 1737.
Governador
da Índia e vedor da fazenda, conselheiro de Estado, etc.
Fal.
em 1737. Era filho natural de D. Luís de Melo e de Maria Arnau.
Em
1690 partiu para a Índia, e ali desempenhou importantes cargos,
sendo nomeado em 1718 corretor-mor da cidade e vedor da fazenda; em
1720 conselheiro de Estado. Tendo morrido o governador Francisco
José de Sampaio e Castro em 1723, abriram-se as vias de sucessão,
e encontrou-se D. Cristóvão de Melo designado para suceder
interinamente. Tomou a 13 de Julho posse do governo, que só exerceu
dois meses, porque logo chegaram novas vias de sucessão, que
fizeram com que tivesse de repartir o governo com o arcebispo D.
Inácio de Santa Teresa e Cristóvão Luís de Andrade. A 28 de
Outubro de 1725 entregaram o governo a João Saldanha da Gama, que
em 1732 se retirou para o reino. Abertas as vias de sucessão
encontrou-se de novo nomeado D. Cristóvão de Melo juntamente com o
arcebispo e Tomé Gomes Moreira. Pouco depois chegou o novo vice-rei
conde de Sandomil, e D. Cristóvão recolheu-se à vida particular.
Transcrito por Manuel Amaral
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Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, Volume
IV, pág. 969-970.
Edição em
papel © 1904-1915 João Romano Torres - Editor
Edição electrónica © 2000-2010 Manuel Amaral |