Portugal - Dicionário

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A edição actual para a Internet (2000)

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Teve o apoio:

Portugal

Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico


abrangendo


A minuciosa descrição histórica e corográfica de todas as cidades, vilas e outras povoações do continente do Reino, Ilhas e Ultramar, monumentos e edifícios mais notáveis, tanto antigos como modernos; biografias dos portugueses ilustres antigos e contemporâneos, célebres por qualquer título, notáveis pelas suas acções, pelos seus escritos, pelas suas invenções ou descobertas; bibliografia antiga e moderna; indicação de todos os factos notáveis da história portuguesa, etc., etc.


Obra ilustrada

com centenares de fotogravuras
e redigida
segundo os trabalhos dos mais notáveis escritores
por


Esteves Pereira e Guilherme Rodrigues

Volume I - A - 1904
Volume II - B - C - 1906
Volume III - D - K - 1907
Volume IV   - L - M - 1908
Volume V - N - P - 1911
Volume VI  - Q - S - 1912
Volume VII - T - Z - 1915

Lisboa

João Romano Torres - Editor


82, Rua D. Pedro V, 88 (1904)
112, Rua Alexandre Herculano, 120 (1906)
120, Rua Alexandre Herculano, 120-D (1907 e 1908)
Rua Alexandre Herculano, 70 a 76 (1911 a 1915)

Personalidade da Semana

 
Júlio Dantas

Júlio Dantas

Dantas (Júlio).

n. 19 de maio de 1876.
f. [ 25 de maio de 1962 ].

Tenente do corpo dos médicos militares, escritor, poeta e prosador contemporâneo, vogal do Conselho de Arte Dramática.

Nasceu em Lagos a 19 de maio de 1876.

É filho do falecido escritor e jornalista Casimiro Augusto Vanez Dantas.

Cursou a Escola Médico-cirúrgica de Lisboa, defendendo tese em 1900, a qual tem por título: Poetas e pintores de Rilhafoles. Assentou praça como médico militar, sendo despachado alferes a 28 de junho de 1902, e promovido a tenente a 15 de julho de 1903. Está actualmente fora do quadro, no Ministério do Reino. Evidenciou-se como distinto poeta no primeiro livro de versos, que imprimiu, intitulado Nada, que publicou em 1896 com um prefácio de Lopes de Mendonça, e na sátira em resposta a Fernandes Costa, Auto da rainha Cláudia, publicada em 1897. Neste mesmo ano ainda apareceu um volume de contos, intitulado Doentes, de colaboração com Manuel Penteado. Tem colaborado nos jornais: Diário Ilustrado, Novidades, Correio da Manhã e Renascença. Dedicando-se também ao teatro, traduziu, juntamente com Manuel Penteado, a peça em cinco actos, de Rostand, Cyrano de Bergerac. Tem mais os seguintes originais, representados nos teatros de D. Maria II e D. Amélia: O que morreu d'amor, drama em quatro actos, em 1899; (...)

Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico.

Edição em papel © 1904-1915 João Romano Torres - Editor
Edição electrónica © Manuel Amaral 2000-2012

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