Portugal - Dicionário

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Teve o apoio:

Portugal

Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico


abrangendo


A minuciosa descrição histórica e corográfica de todas as cidades, vilas e outras povoações do continente do Reino, Ilhas e Ultramar, monumentos e edifícios mais notáveis, tanto antigos como modernos; biografias dos portugueses ilustres antigos e contemporâneos, célebres por qualquer título, notáveis pelas suas acções, pelos seus escritos, pelas suas invenções ou descobertas; bibliografia antiga e moderna; indicação de todos os factos notáveis da história portuguesa, etc., etc.


Obra ilustrada

com centenares de fotogravuras
e redigida
segundo os trabalhos dos mais notáveis escritores
por


Esteves Pereira e Guilherme Rodrigues

 
Volume I - A - 1904
Volume II - B - C - 1906
Volume III - D - K - 1907
Volume IV   - L - M - 1908
Volume V - N - P - 1911
Volume VI  - Q - S - 1912
Volume VII - T - Z - 1915

Lisboa

João Romano Torres - Editor


82, Rua D. Pedro V, 88 (1904)
112, Rua Alexandre Herculano, 120 (1906)
120, Rua Alexandre Herculano, 120-D (1907 e 1908)
Rua Alexandre Herculano, 70 a 76 (1911 a 1915)

Personalidade da Semana

 
Camilo Castelo Branco

Camilo Castelo Branco

Correia Botelho (Camilo Castelo Branco, visconde de).

n.       16 de março de 1825.
f.        1 de junho de 1890.

Escritor e romancista, mais conhecido pelo nome que nobilitou na literatura.

Nasceu em Lisboa a 16 de março de 1825, faleceu em 1 de junho de 1890, na sua casa de S. Miguel de Seide.

Era filho natural de Manuel Joaquim Botelho Castelo Branco, duma família afidalgada de Vila Real, e de D. Jacinta Rosa de Almeida do Espírito Santo.

Ficou órfão de mãe nos primeiros meses de nascido, sendo entregue a uma pobre mulher de Coimbra para o amamentar. Não contava ainda nove anos, quando morreu seu pai, em 1834, levado pela demência a uma congestão cerebral. Ficando assim deserdado, em completa orfandade, os parentes paternos tomaram conta da pobre criança, que foi entregue aos cuidados duma tia, D. Rita Emília da Veiga Castelo Branco. Parece que se não deu bem com a sua protectora, porque duas vezes tentou fugir-lhe, uma vez para o Porto e outra para Lisboa, sendo de ambas as vezes obrigado a voltar a casa, indo então viver na aldeia de Samardã, para casa dum seu tio, o padre António de Azevedo, que lhe deu as primeiras lições de latim e de cantochão, com o qual rezava os ofícios divinos do breviário, e a quem ajudava à missa de madrugada. Em 1841 veio para Lisboa para espairecer paixões precoces que o assoberbavam (...)

Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico.

Edição em papel © 1904-1915 João Romano Torres - Editor
Edição electrónica © 2000-2015
Manuel Amaral