Portugal - Dicionário

 
       
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Aviso ao Leitor da edição original (1904)

Aos Senhores Assinantes (1915)

A edição actual para a Internet (2000)

Os objectivos (2001)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Teve o apoio:

Portugal

Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico


abrangendo


A minuciosa descrição histórica e corográfica de todas as cidades, vilas e outras povoações do continente do Reino, Ilhas e Ultramar, monumentos e edifícios mais notáveis, tanto antigos como modernos; biografias dos portugueses ilustres antigos e contemporâneos, célebres por qualquer título, notáveis pelas suas acções, pelos seus escritos, pelas suas invenções ou descobertas; bibliografia antiga e moderna; indicação de todos os factos notáveis da história portuguesa, etc., etc.


Obra ilustrada

com centenares de fotogravuras
e redigida
segundo os trabalhos dos mais notáveis escritores
por


Esteves Pereira e Guilherme Rodrigues

 
Volume I - A - 1904
Volume II - B - C - 1906
Volume III - D - K - 1907
Volume IV   - L - M - 1908
Volume V - N - P - 1911
Volume VI  - Q - S - 1912
Volume VII - T - Z - 1915

Lisboa

João Romano Torres - Editor


82, Rua D. Pedro V, 88 (1904)
112, Rua Alexandre Herculano, 120 (1906)
120, Rua Alexandre Herculano, 120-D (1907 e 1908)
Rua Alexandre Herculano, 70 a 76 (1911 a 1915)

Personalidade da Semana

 
Luís de Camões

Luís de Camões

Camões (Luís Vaz de).

n.       1524.
f.        10 de junho de 1580.

Príncipe dos poetas portugueses.

Nasceu em Lisboa em 1524, faleceu nesta mesma cidade a 10 de junho de 1580. Era filho único de Simão Vaz de Camões, e de sua mulher D. Ana de Sá e Macedo, filha de Jorge de Macedo e aparentada com a casa de Vimioso.

Em 1527, declarando-se grande epidemia de peste, D. João III e a Corte fugiram para Coimbra, e Simão Vaz de Camões acompanhou o rei, com sua mulher e seu filho, que apenas contava três anos. Quando D. João voltou para Lisboa, conseguiu ficar em Coimbra em companhia de seu irmão, D. Bento de Camões, cónego de Santa Cruz, e mais tarde, atendendo ao estado precário da sua casa, partiu para a Índia em busca de melhor fortuna. D. Ana ficou só com o filho, sendo muito auxiliada pelo cunhado, que se tornou um desvelado protector de seu sobrinho. 

Aos dez anos, em 1534, matriculou-se Luís de Camões num dos colégios que tinha o convento de Santa Cruz, onde seguiu o curso de artes, que constava do quatro anos, sendo por isso, mais tarde, chamado bacharel latino por Falcão de Resende. Quando a Universidade voltou novamente para Coimbra, em 1537, Luís Vaz, como o poeta era mais conhecido entre os escolares, foi ali matricular-se em teologia. A sua vida de estudante tornou-se irrequieta e desordeira. O tio D. Bento de Camões andava muito desgostoso, porque desejava que o sobrinho seguisse a vida eclesiástica, e via-o muito requestador de damas, mostrando pouca vocação para a igreja. (...)

 

Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico.

Edição em papel © 1904-1915 João Romano Torres - Editor
Edição electrónica © Manuel Amaral 2000-2015