Portugal - Dicionário

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Teve o apoio:

Portugal

Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico


abrangendo


A minuciosa descrição histórica e corográfica de todas as cidades, vilas e outras povoações do continente do Reino, Ilhas e Ultramar, monumentos e edifícios mais notáveis, tanto antigos como modernos; biografias dos portugueses ilustres antigos e contemporâneos, célebres por qualquer título, notáveis pelas suas acções, pelos seus escritos, pelas suas invenções ou descobertas; bibliografia antiga e moderna; indicação de todos os factos notáveis da história portuguesa, etc., etc.


Obra ilustrada

com centenares de fotogravuras
e redigida
segundo os trabalhos dos mais notáveis escritores
por


Esteves Pereira e Guilherme Rodrigues

 
Volume I - A - 1904
Volume II - B - C - 1906
Volume III - D - K - 1907
Volume IV   - L - M - 1908
Volume V - N - P - 1911
Volume VI  - Q - S - 1912
Volume VII - T - Z - 1915

Lisboa

João Romano Torres - Editor


82, Rua D. Pedro V, 88 (1904)
112, Rua Alexandre Herculano, 120 (1906)
120, Rua Alexandre Herculano, 120-D (1907 e 1908)
Rua Alexandre Herculano, 70 a 76 (1911 a 1915)

Personalidade da Semana

 
Eça de Queirós

Eça de Queirós

Eça de Queirós (José Maria).

n. [ 25 de novembro de 1845 ].
f.  17 de agosto de 1900

 Diplomata e escritor muito apreciado.

Nasceu na Póvoa de Varzim em 1846 [de facto em 25 de novembro de 1845], faleceu em Paris a 17 de agosto de 1900. Era filho do Dr. José Maria Teixeira de Queirós, juiz do Supremo Tribunal de Justiça, e de sua mulher, D. Carolina de Eça.

Depois de ter estudado nalguns colégios do Porto matriculou-se na faculdade de direito na Universidade de Coimbra, completando a sua formatura em 1866. Foi depois para Leiria redigir um jornal político, mas não tardou que viesse para Lisboa, onde residia seu pai, e em 1867 estabeleceu-se como advogado, profissão que exerceu algum tempo mas que abandonou pouco depois, por não lhe parecer que pudesse alcançar um futuro lisonjeiro. Era amigo íntimo de Antero de Quental, com quem viveu fraternalmente, e com ele e outros formou uma ligação selecta e verdadeira agremiação literária para controvérsias humorísticas e instrutivas. Nessas assembleias entraram Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Salomão Saraga e Lobo de Moura. Estabeleceram-se então em 1871 as notáveis conferências democráticas no Casino Lisbonense, e Eça de Queirós, na que lhe competiu, discursou acerca do Realismo na Arte, em que obteve ruidoso triunfo. Decidindo-se a seguir a carreira diplomática, foi a um concurso em 21 de julho de 1870, ficando o primeiro classificado, e em 1872 teve a nomeação de cônsul geral de Havana, para onde partiu. (...)

Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico.

Edição em papel © 1904-1915 João Romano Torres - Editor
Edição electrónica © 2000-2015
Manuel Amaral