n. 17 de Janeiro de 1691.
f. 2 de Janeiro de 1752.
Doutor em Jurisprudência
Civil pela Universidade de Coimbra, procurador da rainha D. Maria
Ana, de Áustria, mulher de D. João V, desembargador do Paço,
etc.
N. em Lisboa a 17 de Janeiro
de 1691, onde também fal, a 2 de Janeiro de 1752. Era filho de
Manuel João e Mariana da Costa Quintela.
Depois de se instruir na língua
latina e letras humanas, frequentou a Universidade, doutorando-se na
faculdade já citada, em 16 de Julho de 1716. Provido a 11 de
Fevereiro de 1725 numa cadeira de Instituta, passou para a
Relação de Lisboa a 15 de Maio de 1734, donde saiu desembargador
dos Agravos a 22 de Março de 1738. A sua nomeação de
desembargador do Pago é do ano de 1748. Foi também conservador da
Nação Britânica, deputado da Junta do Tabaco, corregedor da Corte
e Casa, e fidalgo da Casa Real.
Escreveu duas obras científicas
em latim, que se publicaram em Lisboa nos anos de 1730 e 1731, e uma
Oração académica sobre ceder D. João de Castro a glória de
montar o muro de Diu a Lourenço Pires de Távora, soldado
aventureiro, recitada, sendo presidente da Academia dos Anónimos.
Saiu nos Progressos Academicos dos Anonymos de Lisboa, a pág.
339, Lisboa, 1718.
Transcrito por Manuel Amaral