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Angeja (D. José Xavier de
Noronha Camões de Albuquerque de Sousa Moniz, 5.º conde de Vila
Verde, 4.º marquês de).
n.
24 de Abril de 1741.
f.
27 de Dezembro de 1811.
Gentil-homem da câmara da rainha D.
Maria I, grã-cruz da ordem de S. Tiago e da Torre Espada (antiga),
10.º senhor das vilas de Angeja, Bemposta e parte da do Pinheiro, e
10.° senhor da mesma vila; comendador das comendas que andavam na
casa de seu pai, em verificação de vida concedida nestes e outros
bens da coroa e ordens, e mercê do Forte e Casas com todas as suas
pertenças que naquela época ocupava e se achava em posse, situadas
na Junqueira (Lisboa, Bairro de Belém), em propriedade e como
patrimoniais, para ficarem unidas em morgado aos vínculos da sua
casa, e de uma vida mais fora da Lei Mental, em remuneração dos
serviços de seu pai, por decreto de 14 de Junho de 1804;
conselheiro de Estado e do Conselho Supremo Militar e de Justiça no
Rio de Janeiro; presidente do desembargo do Paço, da Mesa da Consciência
e Ordens, e da Junta da Administração do Tabaco; padroeiro da
igreja de S. João da Praça de Lisboa; tenente general do exército,
governador das armas da Corte.
Nasceu a 24 de Abril de 1741, e faleceu
no Rio de Janeiro a 27 de Dezembro de 1811.
Sucedeu à casa e a todas as honras de
seu pai a 11 de Março de 1788. Embarcou para o Brasil em 1807, com
a família real.
Casou a 23 de Janeiro de 1768, com D.
Francisca Teresa de Almeida, filha dos 2.os marqueses de
Lavradio e 5.os condes de Avintes. Por decreto de 13 de
Maio
e carta de 2 de Junho de 1804, teve as honras de
marquês parente, concedidas na regência do príncipe D. João, e
por decreto de 14 de Junho do mesmo ano, concessão de mais uma vida
nos títulos da casa, fora da Lei Mental.
Transcrito por Manuel Amaral
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Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, Volume
I, pág. 541.
Edição em
papel © 1904-1915 João Romano Torres - Editor
Edição electrónica © 2000-2010 Manuel Amaral
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