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Assumar (D. João de Almeida
Portugal, 2.º conde de).
n. 26
de Janeiro de 1663.
f. 26
de Dezembro de 1733.
Alcaide-mor
de Santarém, Golegã e Almeirim, comendador de Santa Maria de
Loures, de S. Salvador de Souto, de S. Paio de Farinha Podre e de S.
Julião de Cambres, todas as comendas na Ordem de Cristo; académico
de número da Academia Real de História, deputado da Junta dos
Três Estados, do conselho de Estado e de Guerra de el-rei D. João
V e seu gentil-homem da câmara, embaixador em Barcelona, etc.
N.
a 26 de Janeiro de 1663, fal. a 26 de Dezembro de 1773. Era filho do
1.º conde de Assumar, D. Pedro de Almeida, e de sua mulher D.
Margarida André de Noronha, filha de D. Fernando Mascarenhas, 1.º
conde da Torre.
Acompanhou
seu pai à Índia, onde serviu como capitão de infantaria e depois
como capitão-de-mar-e-guerra, achando-se com este posto na tomada
de Pate, em África. Voltando ao reino, foi deputado da Junta dos
Três Estados, e em 1704 nomeado por D. Pedro II capitão do corpo
da sua guarda. Serviu também diversas vezes de mordomo-mor. Herdou
o título e a casa de seu pai.
O
2.º conde de Assumar foi escolhido para acompanhar a Barcelona o
arquiduque Carlos, como embaixador, conservando-se ao seu serviço
todo o tempo que o arquiduque se demorou em Espanha. Quando o
arquiduque foi aclamado imperador e passou a Alemanha, deixando sua
mulher na Península, o conde ficou às ordens da imperatriz, como
embaixador, até que partiu também para junto de seu marido.
Regressando à Pátria, o conde de Assumar teve a nomeação de
conselheiro de Estado, e em 1721 entrou na Academia Real de
História.
Casou
com sua prima, D. Isabel de Castro, dama da rainha D. Maria
Francisca de Sabóia, filha de D. João de Mascarenhas, 1.º
marquês de Fronteira. Deste consórcio houve alguns filhos, nos
quais se conta D. Pedro de Almeida, que foi o 3.º conde de Assumar,
e 1.º marquês de Alorna.
Transcrito por Manuel Amaral
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