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Pombal (António de Carvalho e Melo
Daun e Albuquerque e Lorena, 5.º conde de Santiago de Beduido, 6.º
marquês de).
n. 27 de Dezembro de 1850.
f. [ 25 de Novembro de 1911 ].
Gentil-homem da Real câmara,
par do reino, tomando assento na respectiva câmara na sessão de 10
de Fevereiro de 1888, grã-cruz da ordem de Nossa Senhora da Conceição
de Vila Viçosa, cavaleiro da Coroa de Itália, e da de Carlos III
de Espanha, adido de legação, doutor em ciências políticas e
administrativas pela Universidade Católica de Lovaina.
N. em Lisboa a 27 de
Dezembro de 1850, sendo filho do 5.º marquês do mesmo título,
Manuel José de Carvalho Melo Daun Albuquerque e Lorena, e de sua
primeira mulher, D. Margarida Manuel de Noronha.
Por morte de seu irmão
primogénito, o 7.º conde de Oeiras, Sebastião José de Carvalho e
Melo Daun e Lorena, que fal. em 10 de Março de 1874, sem ter
descendência, herdou o título de marquês de juro o herdade, por
decreto de 21 de Outubro de 1836. O 7.º conde de Oeiras havia
casado a 2 de Maio do ano de 1870, com D. Francisca Emília Pereira
da Silva de Sousa e Meneses, filha dos 2.os condes de
Bertiandos. Esta senhora passou a segundas núpcias em 27 de Maio
de 1876, com D. Pedro de Lencastre, filho dos 2.os condes
das Alcáçovas.
O Sr. marquês de Pombal casou em 1873 com D. Maria
do Carmo Fernandes, dama honorária da rainha D. Amélia, filha de
Joaquim José Fernandes, negociante da praça de Lisboa, director do
Banco de Portugal, capitalista e proprietário, e de sua mulher D.
Maria do Carmo Romeiro Fonseca Fernandes.
Transcrito por Manuel Amaral
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Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, Volume
V, pág. 837.
Edição em
papel © 1904-1915 João Romano Torres - Editor
Edição electrónica © Manuel Amaral 2000-2010 |