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Ficha |
Capa
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Sinopse
(Os textos são da responsabilidade das
editoras)
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DAS NAUS À VELA ÀS CORVETAS DE FERRO
A Marinha de Guerra e a Evolução da
Sociedade Portuguesa 1807 a 1857
Jorge Moreira Silva
Tribuna da História, 2012
192 págs.
Preço: 19,95€
ISBN: 978-989-8219-40-4
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Na primeira metade do século XIX, a Armada
Portuguesa perdeu mais de dois terços da sua força efetiva. A ruína
económica, trazida pelas Invasões Francesas e pela perda do comércio do
Brasil, tem sido apontada como o principal motivo para a decadência de
uma Marinha de Guerra, que no começo do século se contava entre as mais
importantes da Europa. Porem é certo que vários outros fatores
políticos, técnicos, estratégicos, sociais e organizacionais devem
também ser tidos em conta.
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A
Carreira da Índia e o Corso Neerlandês (1595-1625)
André Murteira
Tribuna da História, 2012
267 págs.
Preço 18,50€
ISBN: 9789898219381
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Depois da viagem de Vasco da Gama em
1497-1499, os portugueses montaram depressa uma ligação marítima
regular à Ásia, que passou à história durante três séculos sob o
nome de Carreira da Índia. Os conflitos ultramarinos ibero-neerlandeses
tiveram efeitos muito graves, sobretudo para os portugueses durante a
Monarquia Dualista Hispânica de 1580 a 1640. As Províncias Unidas
criaram duas grandes companhias monopolistas coloniais, em 1602 a
Companhia das Índias Orientais (VOC) e em 1621 a Companhia das Índias
Ocidentais (WIC), que se revelaram inimigas temíveis dos portugueses. O
corso e as conquistas coloniais destas companhias afirmaram-se quase
sempre a custas das posições lusitanas, compostas por uma rede colonial
e mercantil demasiado extensa e de difícil defesa, que concorria com os
recursos portugueses desviados para outras áreas de interesse do soberano
espanhol.
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A Travessia
do Mar Oceano
A Viagem ao Brasil de Duarte Pacheco Pereira em 1498
Francisco Contente Domingues
Tribuna da História, 2012
112 págs.
Preço 12,50€
ISBN: 978-989-8219-37-4
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Em 1892 foi publicado pela primeira vez o Esmeraldo
de Situ Orbis de Duarte Pacheco Pereira. O autor foi um dos maiores
peritos de navegação e homem de armas dos finais do século XV e inícios
do século XVI, e o interesse da sua obra ultrapassou quaisquer
expectativas que houvesse, entre outros motivos por causa de uma passagem
que sugeria um avistamento pré cabralino do Brasil: "[no ano] de mil
quatrocentos e noventa e oito, donde nos Vossa Alteza mandou descobrir a
parte ocidental, passando além a grandeza do mar oceano, onde é achada e
navegada uma tão grande terra firme...". A historiografia tem
discutido se Duarte Pacheco foi ou não o descobridor do Brasil, e bem
assim o alcance de uma outra frase cujo significado tem sido analisado à
exaustão: "E além do que dito é, a experiência, que é madre das
cousas, nos desengana e de toda dúvida nos tira…" Este livro parte
de uma constatação de Armando Cortesão, segundo o qual o célebre
planisfério de Lopo Homem de 1519 espelha a conceção do mundo de Duarte
Pacheco, para discutir o alcance da viagem do navegador, mas de acordo com
essa sua visão do mundo - e não com a nossa, como geralmente é feito.
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OS FANTASMAS DO ROVUMA A epopeia dos soldados
portugueses em África na I Guerra Mundial
Ricardo Marques
Oficina do Livro, 2012
256 págs.
Preço 13,90€
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Entre 1914 e 1918, Portugal enviou quatro
expedições militares para a frente mais esquecida da Grande Guerra. No
norte de Moçambique, junto às margens do Rovuma, milhares de homens
viram-se condenados a marchas de centenas de quilómetros pela selva - sem
comida nem água, sem sapatos, sem roupa, apenas com medo. Esta é a
história desta grande aventura contada pelos homens que a viveram. Para
Moçambique, foram enviados da metrópole 19 438 militares. A estes
juntaram-se, ao longo de quatro anos, portugueses que viviam na colónia e
soldados indígenas. No total, a frente africana envolveu 39.201
combatentes.
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A Neutralidade
Portuguesa na Europa da Revolução (1792-1807)
Miguel Dantas da Cruz
Tribuna da História, 2011
168 páginas
Preço: 16,50€ 
ISBN: 978-989-8219-34-3
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Este livro analisar os caminhos difíceis da
neutralidade portuguesa na Europa da Revolução, com suas dificuldades e
possibilidades. Porque a Europa não se resumia à Grã-Bretanha, à França
e à Espanha, este livro procura também compreender o posicionamento
internacional de Portugal num quadro geográfico mais amplo, com
particular atenção aos contactos e comércio mantidos com outras potências
europeias tradicionalmente esquecidas (desde Nápoles aos países do Báltico),
e cuja riqueza nos poderá surpreender.
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A
Europa Napoleónica e Portugal - Messianismo Revolucionário, Política,
Guerra e Opinião Pública
José Miguel Sardica
Tribuna da História, 2011
398 páginas
Preço: 23,00 € 
ISBN: 978-989-8219-32-9
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Dentro do quadro da Península Ibérica, e
através das Invasões Francesas que sofreu (1807-1811), Portugal foi um
importante actor no drama político e militar em que se jogaram os
destinos do continente europeu. Nunca mais, desde há duzentos anos, o país
assumiu um tão grande destaque e centralidade no curso da história
europeia. Os anos das Invasões Francesas constituíram igualmente um
momento único na vida nacional, de crise do velho Portugal absolutista e
de génese do novo Portugal liberal e constitucional, tornando-se a chave
para compreender o que foi o processo da falência do Antigo Regime e o
acordar súbito do País para os desafios próprios da nova
legitimidade.
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A LUTA POLÍTICA EM PORTUGAL NOS FINAIS DO
ANTIGO REGIME, Vol. III: A Aplicação da Reforma do Exército de
1803 (1805-1823)
Manuel Amaral (apresentador)
Tribuna da História, 2011
392 páginas
Preço: 25,00 € 
ISBN 978-989-8219-25-1
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A vida política nos finais do Antigo Regime
foi dominada pela discussão sobre a reforma do Exército, que punha em
questão a própria estrutura da Sociedade Portuguesa. Durante vinte anos,
de 1803 a 1823, o projecto de reforma irá sendo progressivamente posto em
prática por D. Miguel Pereira Forjaz. Até 1807, enquanto sub-inspector
de Infantaria e inspector-geral das Milícias, e a partir de 1808 e até
1820, num primeiro momento, quando da Sublevação Nacional contra a
ocupação francesa de Junot e, depois, enquanto membro da Regência,
encarregado da Secretaria de Estado da Guerra. De facto, as reformas do
Exército português realizadas no decurso da Guerra Peninsular, por vezes
apresentadas como sendo realizadas pelo general W. C. Beresford, marechal
e comandante-chefe do Exército português, são na realidade produto da
actividade de D. Miguel Pereira Forjaz
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D. MIGUEL PEREIRA FORJAZ
Conde da Feira (1769-1827). O Organizador
da luta contra Napoleão. Secretário do Governo da Regência para a
Guerra, Negócios Estrangeiros e Marinha
Tradução e apresentação de Manuel
Amaral
Tribuna da História
355 páginas
Preço: 23,50 € 
ISBN: 978-989-8219-23-7
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O conde da Feira, D. Miguel Pereira Forjaz,
foi certamente o português com a maior responsabilidade na organização
da defesa da nossa independência durante a Guerra Peninsular, na sua
função de general e memebro do Conselho de Regência (1808-1820), como
secretário para os assuntos da Guerra e Negócios Estrangeiros durante a
ausência da corte no Brasil. Beresford, marechal do Exército português,
durante a Guerra reportava a D. Miguel. Em conjunto geriram a
reorganização das forças armadas em Portugal após a revolta
patriótica anti-napoleónica de 1808. Era com D. Miguel que Wellington
tratava dos problemas políticos e administrativos do Exército
anglo-português.
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VENCER OU MORRER
Mendo Castro Henriques
Suma de Letras, 2010
450 páginas
Preço: 18,00 € 
ISBN 978-989-6720-50-6
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As aventuras do agente secreto do governo
português junto de Wellington durante as Invasões Francesas.
1807. Peça a peça, como num jogo de
dominó, as nações da Europa caem aos pés de Napoleão. Portugal
encontra-se em situação difícil: parece encurralado entre as ambições
imperiais da França e a velha aliança com a Inglaterra. Mas à medida
que se adensam as nuvens da invasão francesa, nos corredores do poder, em
Lisboa e em Londres, põem-se em marcha os planos de uma solução nunca
antes tentada: a retirada da Corte para o Brasil, e a recepção pacífica
dos invasores.
O que os franceses não sabem é que esta
aparente passividade mais não é do que um engodo. Assegurado o apoio
político e militar dos ingleses, a nação levanta-se em armas, num
movimento de exaltação patriótica jamais visto. Deixando para trás
tudo o que têm, os populares juntam-se aos exércitos e correm a
escorraçar o inimigo. Porque nesse tempo das invasões francesas o que
estava em causa era a independência, e o lema de todos era Vencer ou
Morrer.
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A LUTA POLÍTICA EM PORTUGAL NOS FINAIS DO
ANTIGO REGIME, Vol. II: Os documentos de crítica à Reforma do
Exército de 1803
Manuel Amaral (apresentador)
Tribuna da História, 2010
450 páginas
Preço: 25,00 € 
ISBN 978-989-8219-20-6
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A vida política portuguesa em finais do
Antigo Regime foi dominada pela discussão sobre a reforma do Exército,
pondo esta em questão a própria estrutura da Sociedade Portuguesa e o
papel dominante da aristocracia. A proposta de Reforma do Exército de
1803, apresentada no 1.º volume desta obra, foi impedida pelos Motins de
Campo de Ourique, no Verão de 1803. A pedido do Príncipe Regente D.
João, formulado em 1804, os generais golpistas, D. Pedro de Almeida
Portugal, 3.º marquês de Alorna, e Gomes Freire de Andrade apresentaram
as suas críticas nos textos que aqui publicamos: a Censura de 1804, texto
inédito, acompanhado de um texto anterior de 1799 - Reflexões sobre o
Sistema Económico do Exército - do primeiro e o célebre Ensaio sobre o
método de organizar em Portugal o Exército, de 1806 do segundo.
Apresentando uma visão tradicional da estrutura social, os textos
defendem a manutenção da Antiga Constituição Militar portuguesa criada
com a Guerra da Restauração, e que, segundo o marquês de Alorna, tinha
origem no Regimento da Guerra de D. Afonso V e no Regimento das
Ordenanças de D. Sebastião.
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O
Primeiro Marquês de Alorna Restaurador do Estado da Índia
(1744-1750)
Filipe do Carmo Francisco
Tribuna da História
312 páginas
Preço: 20,00 € 
ISBN: 978-972-8799-64-9
Brochado
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Este livro analisa a carreira pública de D.
Pedro Miguel de Almeida Portugal, 3.º conde de Assumar (1733) e 1.º marquês
de Castelo-Novo (1744), título mudado ainda em vida para marquês de
Alorna (1748). O Marquês irá desempenhar um importante papel como chefe
militar e como actor político na restauração do enfraquecido Estado da
Índia, vindo esta Família, no inteligente uso de todo um capital
público e cultural adquirido ao longo de todo o século 18, a conquistar
uma posição proeminente na Corte Portuguesa.
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LIVROS DAS PORTARIAS
DO REINO
Vol. 1
Luís Amaral
Guarda-Mor
500 páginas
Preço: 45,00 € 
ISBN:
Brochado
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O conjunto dos Livros das Portarias do Reino
são um importantíssimo fundo da Torre do Tombo que conserva as mercês
régias atribuídas no século XVII, com referências que ilustram não
só a época, como os tempos anteriores cujos factos e personalidades
também registam. O seu conhecimento confirma, integra e revela os
acontecimentos mais notáveis que mereceram o envolvimento da
administração pública do império português e o olhar dos soberanos
que então nos regeram. Destes livros 8 pertencem ao Reino, 2 à Índia e
2 a África. Relacionam personagens e acontecimentos de um século que
marca a mudança dinástica que permite aos portugueses recuperar a coroa
nacional.
É todo esse constituir de um novo Portugal
que fica, mercê a mercê, patente nesta obra que agora se traz a lume. A
colecção das Portarias do Reino, cuja publicação agora se inicia,
deverá ficar completa no espaço de três anos e ocupará 12 volumes de
cerca de 500 páginas cada, incluindo índices onomásticos e
geográficos.
O 1.º volume integrará a apresentação
da obra pelo Prof. Dr. Bernardo de Vasconcelos e Sousa e, também, a lista
de subscritores.
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A LUTA POLÍTICA EM
PORTUGAL NOS FINAIS DO ANTIGO REGIME, Vol. I: A Reforma do Exército de
1803
Manuel Amaral (apresentador)
Tribuna da História, 2010
196 páginas
Preço: 21,00 € 
ISBN 978-989-8219-16-9
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Esta obra reedita três livros que estavam
a ser preparados para publicação em Julho de 1803. As obras
tentavam divulgar pela oficialidade do Exército e pelas elites do País -
que participavam no aparelho militar, tanto como oficiais de Milícias
como das Ordenanças - as propostas de Reforma aprovadas em 1802 e cuja
implementação foi impedida pela força das armas. De facto, os Motins de
Campo de Ourique de Julho de 1803, encabeçados pelos generais D. Pedro de
Almeida Portugal, marquês de Alorna, e Gomes Freire de Andrade, devem ser
considerados, como Manuel Amaral, o apresentador destas obras, tenta
mostrar, como o primeiro Pronunciamento Militar realizado em
Portugal, mostrando a virulência da Luta Política em Portugal nos finais
do Antigo Regime.
As três obras aqui apresentadas são:
Regulamento Provisional para as Ordenanças
do Reino, e do Algarve
Organização Provisional do Exército
Instrução Provisional para o Comando das
Divisões do Exército
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O MARQUÊS DE SOVERAL, Seu Tempo e Seu Modo
Paulo Lowndes Marques
Texto Editora, 2010
320 páginas
Preço: 24,90 € 
ISBN 978-972-474-071-3
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Terá sido o marquês de Soveral um grande
homem, digno de entrar na história milenária do seu país pelas melhores
razões? Foi, sem dúvida, um grande servidor do Estado e de seu rei.“
Excelente profissional, viveu durante um período de grande perigo para
Portugal, sobretudo no que diz respeito ao seu Ultramar. Na defesa
inteligente e intransigente dos interesses do país foi magnífico. Talvez
o seu ponto alto e feito mais importante tenha sido compreender a
oportunidade colocada pela iminente Guerra dos Boers e ter obtido dos
ingleses a reafirmação escrita da velha aliança, o chamado Tratado de
Windsor de 1899…
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A MONARQUIA CONSTITUCIONAL, 1807-1910
Maria de Fátima Bonifácio
Texto Editora, 2010
216 páginas
Preço: 12,50 € 
ISBN 978-972-474-110-9
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Síntese
magistral do regime que dominou o século XIX português e chegou ao fim há
precisamente 100 anos, esta é a primeira história breve da monarquia
constitucional que se publica entre nós - assinada por uma das mais
respeitadas historiadoras do Portugal contemporâneo.
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HISTÓRIA DE PORTUGAL
Rui Ramos, Bernardo Vasconcelos e Sousa e Nuno Monteiro
Esfera
dos Livros, 2009
976
páginas, 52 págs. de extra textos
Capa
dura
Preço:
39,00 € 
ISBN:
978-989-626-139-9
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Rui Ramos,
Bernardo Vasconcelos e Sousa
e
Nuno Monteiro
, professores universitários da nova geração de historiadores
apresentam a História de Portugal num só volume, da Idade Média ao século
XXI. Numa narrativa clara e rigorosa os autores abordam os nove séculos
da nossa história através das suas dimensões política, económica,
social e cultural, dando uma visão integrada de cada época e momento
histórico, colocando, ao mesmo tempo, a História de Portugal no contexto
da História da Europa e do mundo. Com ilustrações a cores, mapas,
cronologias e lista de governantes trata-se sem dúvida de uma obra de
referência fundamental para compreender o passado e o presente num
momento de grandes decisões e escolhas para o futuro de Portugal.
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A
Real Barraca
A residência na Ajuda dos Reis de
Portugal após o Terramoto (1756-1794)
Maria Isabel Braga Abecasis
Tribuna da História, 2009
211 págs., ilust., 16 págs. de extra
textos
Preço: 23,00€
ISBN: 978-989-8219-11-4
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Qual a razão de a família real portuguesa
viver numa Barraca? Porquê esta curiosa designação por que veio a ser
conhecida? Tudo se deve ao terrível terramoto de 1 de Novembro de 1755,
ao qual a família real portuguesa foi poupada por se encontrar a residir
na “casa de campo real de Belém”, o actual Palácio de Belém. A
família real escapou ilesa a uma catástrofe que dizimou grande parte da
população de Lisboa e que tanto impressionou a Europa do tempo. Outra
feliz circunstância, que beneficiou os monarcas, foi o facto de se
encontrarem numa das zonas “mais bem livradas” do terramoto cujo solo,
de características basálticas, evitou o desmoronamento de muitos
edifícios. Decidiram assim os monarcas escolher, daí em diante, como
local de residência a zona de Belém-Ajuda, sendo que, apavorado com o
terramoto, D. José não quis mais habitar em casas de pedra.
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Alcácer
Quibir, 1578
Visão ou Delírio de um Rei?
Luís Costa e Sousa
Tribuna da História, 2009
144 págs.
Preço: 27,50 €
ISBN: 978-972-8799-60-1
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Raras vezes uma batalha teve um impacto tão
determinante como o confronto entre marroquinos e portugueses na batalha
de Alcácer Quibir. Para Portugal o desastre significou a perda da
independência e o fim do primeiro império europeu fora da Europa. D.
Sebastião, tem sido desprezado por uns como um quase imbecil ou doente
mental, por outros idolatrado como uma espécie de messias. Se muito já
foi feito para perspectivar uma visão menos comprometida sobre o monarca,
já sobre a batalha continuamos a tropeçar em opiniões e análises
recorrentes, velhas de mais de meio século. A campanha de Alcácer Quibir
encerra erros. Mas pouco se tem referido do extenso planeamento para esta
intervenção militar, que se iniciou com a reforma das instituições
militares.
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OS OFICIAIS DO EXÉRCITO DE DOM PEDRO
Introdução de Américo Fernandes
Henriques
Manuel Amaral (org.)
2ª ed., Guarda-Mor, 2008
252 págs.
Preço: 26,00€ 
ISBN: 978-972-98896-8-4
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No mês em que se comemoram 210 anos do
nascimento de D. Pedro IV, evocam-se os mais de mil e quinhentos oficiais
que o secundaram na conquista do poder para o liberalismo. De indubitável
interesse, esta obra segue e conclui a primeira edição impressa do
Guarda-Mor, "Os Oficiais d' El-Rei Dom Miguel", datada de 2002,
ano em que se comemoravam os 200 anos do nascimento de D. Miguel. O
prefácio do coronel Américo Fernandes Henriques apresenta o
enquadramento histórico em agiram os responsáveis pelo exército
libertador, no ambiente de guerra civil que submergia o país,
descrevendo-o de um modo empolgante, tal como já o fizera no capítulo da
sua autoria em "Os Oficiais d' El-Rei Dom Miguel". Para além do
valor histórico dos dados que esta obra revela, "Os Oficiais do
Exército de Dom Pedro" conta com elementos importantes para a
genealogia, ao permitir-nos, através dos seus nomes, vir revelar teias
familiares destes heróis vitoriosos que formariam alicerces na sociedade
portuguesa pelo correr do intrincado século XIX.
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A
Casa de Vila Real e a Conspiração de 1641 contra D. João IV
de Mafalda de Noronha Wagner
Colibri, 2007
514 págs.
Preço: 22,00€ 
ISBN: 978-972-772-737-7
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Em fins de Julho de 1641, cerca de oito meses
depois da Restauração de Portugal, foi descoberta uma Conspiração
contra D. João IV, o novo Rei, a qual tinha como objectivo o assassinato
deste e a entrega da coroa a Filipe IV de Espanha, o seu antecessor,
deposto com o golpe do 1° de Dezembro. Na Conspiração seriam
implicados, tendo lido posteriormente executados por alegada
culpabilidade, dois membros da Casa de Vila Real, na altura a 2ª do Reino
— D. Luís de Noronha, "Marquês de Vila Real", e seu filho D.
Miguel, Duque de Caminha — vindo a ser a referida Casa confiscada para a
Coroa. A Autora, num aprofundado e bem documentado trabalho de revisão
histórica, assente na consulta de fontes inéditas dos principais
arquivos e bibliotecas, nacionais e estrangeiros para este período,
apresenta a outra face de um conflito político, perspectivado e divulgado
até hoje a partir apenas da versão oficial, trazendo novos elementos
para a análise de um "facto", até à data inquestionado.
Constitui ainda este estudo, um importante contributo para o conhecimento
da intrincada história política daquela época e para a reconstituição
da estrutura do poder em exercício.
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A
Guerra Peninsular em Portugal. Relatos Britânicos
de Maria Leonor Machado de Sousa
Caleidoscópio, 2007
360 págs.
Preço: 19,95 € 
ISBN: 978-989-8129-03-1
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Na data em que se evocam os 200 anos da
entrada dos exércitos napoleónicos em Portugal, sob o comando de
Junot, pareceu importante coligir relatos e opiniões dos militares
britânicos que vieram juntar-se ao exército português e às
milícias populares empenhados em travar o avanço de Napoleão. Tendo
em conta que o resultado da chamada Guerra Peninsular teria sido outro
sem o enquadramento que as bem organizadas tropas britânicas,
comandadas por chefes de grande envergadura, proporcionaram às tropas
portuguesas, é curioso analisar a disposição e os pontos de vista
desses militares, soldados ou oficiais, que levaram à expulsão dos
invasores de Portugal.
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Campanhas
de Afonso de Albuquerque, Volume 1: Conquista de Goa - 1510-1512.
de João Paulo Oliveira e Costa e
Vítor Luís Gaspar Rodrigues
Tribuna (Batalhas de Portugal),
2008
104 págs.
Capa dura
Preço 27,50€ 
ISBN: 978-972-8799-93-9
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A 25 de Novembro de 1510, após um assalto
bem sucedido, a cidade de Goa caiu nas mãos dos Portugueses. Alguns
anos depois ganhou o estatuto de capital do Estado da Índia e o seu
desenvolvimento como centro coordenador da acção da Igreja Católica
valeu-lhe o epíteto da “Roma do Oriente”. Nas linhas que se
seguem analisam-se a campanha, que decorreu entre 1510 e 1512, e
também a conjuntura política que a tornou possível. O poder
absoluto de que Afonso de Albuquerque então desfrutava, permitiu-lhe
a concentração dos esforços necessários à conquista de um vasto
império marítimo e mercantil. Um Império que se estendia do Cabo da
Boa Esperança a Malaca, passando por diversos portos e fortalezas na
costa Leste de África, no Mar Arábico, na Índia e Ceilão.
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As
Ordenanças e as Milícias em Portugal. Subsídios para o seu Estudo
de Nuno Gonçalo Pereira Borrego
Guarda-Mor, 2006
1095 págs.
45,00€ 
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Resultado de uma pesquisa de vários anos,
Nuno Borrego apresenta agora o levantamento da lista de Oficiais dos
Corpos de Milícias/Auxiliares, Ordenanças e Voluntários Realistas,
num total de cerca de 20.000 Oficiais, pertencentes às
Capitanias-Mores e Regimentos de Portugal continental e Ilhas.
Enriquecido com um índice da diversa legislação produzida sobre as
Ordenanças e as Milícias, incluindo uma sumúla dessa legislação
e, nalguns casos, pela sua importância, a transcrição integral da
lei. Trata-se seguramente do estudo mais exaustivo publicado sobre
este assunto e abrange todo o País e milhares de famílias que
durante vários séculos serviram nas Ordenanças e nas
Milícias/Auxiliares, estando aqui disponível o Índice da obra.
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